Bem-Vindo(a)!

O Budega Blog fica feliz em ser útil!

sábado, janeiro 20, 2007

10 anos de Círculo Interno.

Olá, amigos...

Gostaria de contar uma história... Uma história de amizade, aventura e sonho... Uma história que aconteceu de verdade, e que, com certeza, ainda é fresca como brisa na memória desses sete jovens que a vivenciaram.

19 de janeiro de 1997.

Após uma semana de dura batalha para convencer os pais de Mix a deixá-la ir ao primeiro show de sua vida, finalmente, o tão esperado dia.

Mix só tinha 13 anos, e já tinha ido a alguns showzinhos, mas não como esse, e, muito menos, sem a sua mãe. E tinha agravante: Só tinha Mix de menina, no meio de seis garotos e a turma só voltaria pra casa no dia 20, feriado de São Sebastião. A batalha foi dura, mas eles liberaram.

Dessa turma, cinco meninos eram amigos de infância da Mix, e dois, que ela só conheceu às vésperas do show, mas os tinha como irmãos.

E lá se foram os sete jovens de Santa Cruz, rumo ao show do Skank, na Enseada de Botafogo (RJ): Mix, Nino, Jamaica, USA, Noturno, Gonzaga e Tio Mau.

Em meio à batucadas e cantorias na parte de trás do ônibus (onde quase deixaram a cobradora maluca!) e a briga de sete contra uma lata de coca-cola (gente dura é foda! Rs), a turma chegou ao Centro da Cidade, de onde partiu para a Marina da Glória onde o pai de Nino trabalhava.

De lá, todos seguiram para Botafogo, onde seria o show. Chegando lá, a praia já estava lotada, mas antes o pessoal teria q ir até o apartamento da tia de Gonzaga, onde ficariam hospedados, para deixar as mochilas. Ao descer do ônibus, uma senhora, que dizia ter sido roubada dentro do ônibus, que estava lotada, virou-se para Jamaica e pediu pra que lê lhe devolvesse apenas os documentos. Detalhe: Ela nem perto do grupo estava, tinha falado isso simplesmente pelo fato dele ser negro. Claro que o grupo todo tomou as dores do amigo, principalmente a baixinha abusada da Mix. Esclarecido o assunto e depois de passar no ‘Apê’ da tia do Gonzaga, a turma rumou para a praia.

Chegando lá, eles ficaram bem longe do palco. Mas, em meio a empurrões e na briga de “quem-vai-subir-no-ombro-de-quem” pra tirar fotos, todos puderam curtir o show, que foi sensacional.

No meio do show, tacaram em Mix uma latinha com cerveja, que lhe acertou em cheio, bem nas costas, e um ‘caboclo’ surgiu do nada e ofereceu maconha pra galera. Claro que ninguém aceitou. Apesar de bobo-alegres, eram todos caretas.

No fim do show, Nino chegou para um segurança e pediu que ele conseguisse um autógrafo. Detalhe: Ninguém tinha nem papel, nem caneta.

Depois disso: Jamaica foi jogado no mar, com carteira, sapato e tudo; a turma ficou papeando na praia até escurecer, quando perceberam que tinha um homem que estava os encarando. Nino foi até o guarda mais próximo: “-ô seu guarda, tem um elemento que tá encarando a gente faz um tempão.” [Guarda] “-Um elemento, é?” [Nino] “-É, um elemento. E a gente fica preocupado porque tem uma menina com a gente...”

E entre essas e outras pérolas, a noite foi seguindo: Jamaica ficou preso no caixa eletrônico, Tio Mau foi cantado por um travesti, etc, etc, etc...

Meia-noite. A turma resolveu ir dormir. Mix, Gonzaga e USA, foram para o Apê da tia do Gonzaga, dormir com os cucos. O restante foi dormir no barco do pai de Nino, na Marina, com os mosquitos e os peixes saltadores, fazendo até promessa de ‘arroz carreteiro”...

O dia seguinte, apesar de um certo desencontro, O Círculo Interno (como a tribo seria batizada mais tarde), passou o dia inteiro na Praia do Flamengo, entre piadinhas infames e caixotes de areia que o Nino aplicava em todo mundo.

Pois, é. 10 anos dessa doida e maravilhosa aventura. 10 anos de Círculo Interno!

Espero que possamos ter bons momentos como esse no futuro! O ano está só começando!!!

Nino (Alex), Gonzaga (Vagner), Tio Mau (Maurício), Noturno (Alexandre), USA (Jadilson) e Jamaica (Vander): Obrigado por vocês existirem na minha vida e por participarem da minha história. Amo vocês, sempre!


Té++++++

quarta-feira, dezembro 27, 2006

"EMOTOPIA"

Tenho ouvido muito falar sobre Emo, ultimamente.
Antes de saber o seu "real significado" (ou o mais comum deles), não teve uma só vez em que eu não tivesse parado e pensado: "-Pô, o que é EMO? Uma nova marca de sabão em pó?"
Pois é. Até hoje eu fico meio em dúvida no que responder, caso me perguntem se eu sou EMO.
Gostaria de ter a oportunidade de debater sobre esse assunto, qualquer dia desses...
Ser EMO é gostar de "baladas românticas"? De bandas como My Chemical Romance ou das bandas nacionais?
Se eu uso franja, eu sou EMO? SE eu pinto meu cabelo de vermelho, eu sou EMO? Seria EMO uma nova denominação para Brega, então?
Sidney Magal, Amado Batista e Reginaldo Rossi, portanto, são EMOs?
Às vezes, tenho a impressão de que EMO seria uma nova versão daqueles apelidinhos infames, tipo Nerd, CDF, Maria-Mijona, Riponga... Alguém sabe me dizer se é isso?
Se EMO tem, na verdade, todos esses significados, não é quase impossível que exista alguém que não seja, ou que nunca tenha sido EMO em algum momento de sua vida?
Afinal, quem nunca aderiu à uma moda, seja qual for ela?
Quem nunca:
- Ouviu aquela música bem dor-de-cotovelo?
-Tem uma baladinha romântica como trilha sonora de um relacionamento, que te faz chorar até hoje quando a ouve?
- Usou cortes de cabelo estranhos só porque estavam na moda, tipo rástafari, reco, Black Power?
- Adora uma bandinha POP, mas mantém esse segredo à sete chaves para que seus amigos não fiquem tirando uma da sua cara?
Seja um ritmo musical ou um estilo de vida, o importante é ser feliz!
Aderir às modas é uma coisa natural, mas pouco saudável quando você faz disso sua filosofia de vida, criando sua personalidade em cima de modismos...
Faça parte da moda, mas somente se ela fizer parte de você!
Ah, e não julgue ninguém por ser EMO. Afinal, de EMO e louco, todo mundo tem um pouco!!!!
Té++++++

segunda-feira, dezembro 18, 2006

"Um, dois, três, testando!"


Bem, essa é a estréia do Budega Blog.
Esquisito nome, não?
Não.
Quis batizar meu blog com uma única palavra que eu usasse muito, e que não fosse comum. Achei. "Budega".
Minha avó usava muito esse termo. Gosto de gírias antigas, são mais engraçadas que as atuais ( o povo de hoje tem mania de achar que gíria é sinônimo de erro gramatical, tipo: "as mina, os mano" ou "cb= sangue bom"). Gíria boa é gíria velha! Aliás, pra quem compartilha do mesmo gosto que eu, achei no orkut uma comunidade que é a nossa cara: "Gírias idosas". Não é propaganda, nem da comu (que não é minha) e nem do Orkú (ops!).
Sim, Budega com "u", porque não quero que meu blog seja associado à botecos (antigamente, ouvia muito as pessoas chamarem botequins ruins de bodega)... Sou a favor do AA, desde que uma amiga, chapada, quase matou afogada em vômitos a minha tartaruga, Catarina. Pois é, também sou a favor da Sociedade protetora dos animais.
Criei esse diário com o intuito de poder desabafar alguns sentimentos sufocados, sobre variados assuntos.
Aconselho aos visitantes que aqui passarem o mouse que não esperem de mim textos com os seguintes aspectos:
-Muito curtos: Falo pra cacete, logo, escrevo o dobro, pois não dá sede;
-Falando (mal) de causas que eu não conheça;
-Que generalizem qualquer aspecto;
- Que promovam crimes ou qualquer tipo de preconceito;
- Que não sejam meus, sem colocar a fonte e/ou o autor;
- Que contenha gerúndios: Não sou atendente de telemarketing. Por isso, "eu não vou estar escrevendo esse tipo de coisa";
- Palavrões abreviados: É pra xingar, xinga direito, porra!
Bem, é isso. Aviso aos navegantes que sou sagitariana, portanto, impulsiva.
Ataques de pelanca serão freqüentes por aqui, por dizer o que estou sentindo na hora da raiva e depois me arrepender. Isso é muito comum.
Força na peruca!
Té+++++